Aprendendo a ser mãe!



"Ser mãe, é algo divino sem explicação, é um sentimento muito lindo que nos invade sem limites, um sentimento eterno que nos faz virar uma protetora incondicional."

Tive que aprender a ser mãe. Não gosto muito do termo: Madrasta. Prefiro ser chamada de “Mãe de mentirinha”. Sei que não os carreguei em meu ventre, não precisei esperar 9 meses para vê-los, mas o amor que sinto por eles é tão grande quanto ao de uma “mãe de verdade”.

Tenho dois enteados lindos. Guilherme (7 anos) e Gustavo (6 anos). Amo-os incondicionalmente. É engraçado, porque mesmo não sendo meus filhos de sangue, tenho todos os sentimentos comuns de uma mãe (pelo menos, os que minha mãe me contava)! Quando estão longe, parece que sinto o que acontece com eles. Quando estão doente, sinto algo dentro de mim. Estranho! Não... isso é amor! Amor de mãe, talvez...
Não sei. Mas sei que gosto desse sentimento, gosto de tê-los por perto (tudo bem que as vezes nos tiram do sério... mas fazer o que? Crianças!!!!)

É tão bom ficar admirando o sono deles e imaginando como será o seu futuro, e com os olhos cheio de lágrimas, orar para que tudo dê certo em sua vida.
Não quero de maneira alguma substituir sua mãe verdadeira. Só quero dar o que qualquer criança merece: Amor e carinho!

Enfim! Esses são os meus pimpolhos... meus brindes (como sempre brinco: “Veio de brinde com o meu marido! rs").


Essa é a minha família!

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